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Entre o diploma e a pauta
Faltava menos de uma hora para a cerimônia de premiação. Meu pai montava um set de gravação junto a Cid Ramos, seu assim denominado “companheiro de guerra”. Tudo bem. O auditório era ao lado, a menos de dois metros, e sobrava tempo para que nos posicionássemos. Antonio Pastori, com olhar teimoso, rodava aquele mezanino da Escola Politécnica da Bahia como se não fosse, agora há menos de meia hora, ser homenageado junto a outros nomes laureados daquela Universidade Federal. Ale
Matheus Pastori
22 de ago.2 min de leitura
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